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Guerlain reinventa o L’Heure Bleue, perfume de 1912, com aposta em skin scent
A Guerlain lançou uma nova versão do L’Heure Bleue, perfume criado em 1912 por Jacques Guerlain, terceiro integrante da família a ocupar o posto de nariz da casa. A criação original traduzia em contrastes olfativos o crepúsculo parisiense às margens do rio Sena, período que ele batizou de hora suspensa. A releitura é assinada por Delphine Jelk, diretora criativa de fragrâncias da maison, e atualiza a formulação com novas tecnologias. Segundo Delphine, o desafio era antigo: Adoro a ideia de poder criar um perfume que traduz o céu. Ela contou à Vogue Brasil, direto de seu escritório em Paris, que sentia quase como uma obrigação revisitar a fragrância. Na avaliação da perfumista, Jacques Guerlain teve limitações por não ter os recursos de hoje, e nenhum ingrediente de origem natural evoca sozinho essa sensação de céu. Por isso a nova versão combina matérias-primas naturais e tecnologia molecular. Moléculas sintéticas formam as notas ozônicas, que remetem ao frescor do vento, e o Ambroxan, que lembra o cheiro de pele. Somado à faceta gourmand da baunilha na base, o componente deixa o aroma delicadamente amadeirado, e é daí que vem a aposta no chamado skin scent. Parte da identidade original foi preservada. O coração de flor de laranjeira e íris continua na fórmula, mas a maneira como esses ingredientes entram foi alterada. Para Delphine, a íris é a alma da fragrância, rica em textura e responsável por um toque aveludado.
Um perfume histórico volta com fórmula atualizada e cheiro de pele, bom ponto de partida para quem quer conhecer um clássico em versão moderna.
Fonte: Vogue Brasil
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Cremes de pescoço ganham lista de melhores para combater o tech neck
 A Allure reuniu sete cremes de pescoço para firmar e suavizar a região, em seleção feita a partir de recomendações de dermatologistas e editores. O argumento é o conselho repetido nos consultórios: não esquecer o pescoço. O colo, área que vai do queixo ao peito, sofre mais com sinais de envelhecimento porque a pele ali é naturalmente mais fina que a de outras partes do corpo. O creme dedicado serve, segundo a revista, para reduzir os efeitos do tech neck, as linhas finas e a flacidez parecida com papada causadas por olhar o celular para baixo. Também atua em perda de hidratação e manchas solares. Entre os ativos a procurar estão os mesmos de séruns e hidratantes faciais, como ácido hialurônico e peptídeos, mas o retinol costuma vir em concentração menor para não irritar a pele sensível da região. O destaque da lista é o SkinMedica Neck Correct Cream, vencedor do Allure Best of Beauty. O dermatologista Noah Gratch, de Nova York, o indica a clientes, e a fórmula traz microalgas, vitaminas A, C e E, peptídeos e extrato de cogumelo. Corey L. Hartman, dermatologista de Birmingham, no Alabama, destaca a textura leve, que absorve rápido e não deixa sensação pegajosa.
Passar o creme do rosto também no pescoço é o ponto de partida, e o rótulo mostra se a fórmula tem hidratante e peptídeos.
Fonte: Allure
Ouvido no balcão It deeply hydrates, addresses hyperpigmentation, and tackles existing wrinkles while preventing new ones Noah Gratch, dermatologista em Nova York, à Allure |
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